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    IEVI
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    A Psicanálise foi iniciada por Sigmund Freud nas últimas décadas do século XIX, com o objetivo de tratar neuroses histéricas (desmaios, acessos de raiva, descontrole físico e mental, etc.). Contudo, foi em 1900, com a publicação de seu célebre trabalho A interpretação dos sonhos, em que Freud investiu uma metodologia de autoanálise sobre seus próprios sonhos, que a teoria passou a ganhar mais visibilidade.

    Embora seja ideal quando direcionada por um profissional, a autoanálise é possível de ser aplicada pelo próprio sujeito durante a leitura de uma obra literária, um filme, a escrita de um diário ou no contato com qualquer outra situação ou alguém que o coloque em contradição com seu eu imaginariamente “normal” e “completo”.

    Exercitar esse processo de autoanálise é fundamental no enriquecimento de leituras e análises possíveis de serem feitas sobre objetos culturais diversos com os quais se entra em contato, dentre eles, em especial, a literatura. Afinal, de que serviria o discurso literário se não fosse para o enriquecimento dos seres humanos? Esse enriquecimento, por sua vez, passa, sem dúvida, pelo desenvolvimento da capacidade analítica e interpretativa.

    E então? Como foi a experiência para você? Estranha? Alegre? Saudosa? Triste? Que emoções você teve ao longo da escrita? Que medos, desejos e sonhos resgatou da infância? Haveria alguma relação entre eles e quem você é hoje?

    Descreva essas sensações/emoções advindas de seu processo de reflexão.

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